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Invasões nas escolas e o controle da narrativa

Toda essa conversa sobre as escolas invadidas pelos movimentos de extrema-esquerda tem sido, até então, pouco compreendida. Algumas pessoas por serem realmente leigas acreditam, talvez, na estória de que o movimento é voltado a lutar por educação. Claro que isso é uma inverdade, o objetivo de tudo isso é causar transtorno e alvoroço, desestabilizando quem se opõe à extrema-esquerda.

Por que a maioria das escolas invadidas é no Paraná? Por que antes as escolas invadidas eram em São Paulo? Simples: o governo destes dois estados está nas mãos do PSDB, que apesar de ser uma oposição frouxa, ainda é uma oposição aos objetivos totalitários do PT e foi um dos poucos partidos que votou unânime pela cassação de Dilma Rousseff. Outra questão é que a Polícia Militar é controlada pelos governos estaduais, de modo que se houver qualquer repressão eles podem utilizar isso em prol de suas narrativas.

Como avisei aqui neste blog, um dia após o impeachment de Dilma ter sido consumado, a extrema-esquerda não iria parar. Longe disso. Avisei que ela iria avançar, que iria intensificar cada vez mais seus ataques e que cedo ou tarde a violência apareceria novamente, como foi durante o ápice dos atos dos black blocs em São Paulo, em 2014, e também no Rio de Janeiro. 

As invasões nas escolas foram a forma mais fácil que os covardes acharam para continuar lutando. Já que eles não têm mais tanta força quanto tinham, e já que perderam completamente o apoio popular - o que ficou provado nas eleições com a derrota do PT e seus aliados, restou apelar ao elo mais fraco: a juventude. Muito mais fácil manipular estudantes, em sua maioria menores de idade, do que lidar com os problemas como adultos. Além disso, os jovens são para eles peões em um campo de batalha, são um escudo humano conveniente. Uma vez que a polícia intervenha de forma truculenta, eles ganham mais reforço na narrativa sob a qual posarão como vítimas.

O importante, agora, é termos auto-controle, em especial o controle da narrativa. Primeiramente, não é ocupação, é invasão. Usem e abusem do termo invasão. Além de ser a definição correta, é também algo que a extrema-esquerda não curte ouvir, porque é verdade. Quando chamamos essas invasões de ocupações, nós estamos usando o termo que a esquerda usa para tentar legitimar os atos.




A morte desse garoto é, mesmo que indiretamente, de total responsabilidade da UNE, do PSOL, do PCdoB, do PT e de todo e qualquer movimento ou partido que utilizou jovens como ferramentas revolucionárias. Eles queriam um cadáver, e agora conseguiram um. Infelizmente é o cadáver de um adolescente, que na pior das hipóteses era provavelmente um jovem iludido, mas bem intencionado. As pessoas por trás desse movimento precisam ser severamente punidas!
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