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A esquerda não jogará a toalha com a derrota de Hillary, é importante que isso fique claro

Claro que é muito divertido caçoar dessa gente, especialmente dos jornal... dos torcedores da campanha de Hillary. É até mesmo necessário aproveitar essas oportunidades para constrangê-los. Contudo, não podemos esperar de nossos adversários qualquer tipo de desistência. Eles não jogarão a toalha. O que aconteceu com G W Bush enquanto ele presidiu os EUA certamente acontecerá com Trump, mas em proporções ainda maiores.

Para quem não lembra, quando Bush derrotou Al Gore em 2000, se tornando presidente da América, muitos cogitaram que aquele poderia ser "o fim" do partido Democrata. Eles estavam envolvidos em diversos escândalos por conta do governo Clinton, e não eram só escândalos de corrupção. Havia, além do caso sexual entre Bill e Mônica Lewinski, uma grave suspeita de pedofilia sobre o então presidente, o que nunca veio a se comprovar realmente.

Era um momento aterrador para a esquerda e para a extrema-esquerda americana, muitos poderiam pensar que ela desistiria. Porém, não foi isso o que ocorreu. Ao contrário, aliás. Como oposição, os Democratas foram extremamente eficazes na era W Bush, e durante todo seu governo praticaram todo tipo de ataques, alguns realmente justos e outros extremamente baixos.

Absolutamente qualquer coisa que Bush fez foi criticada pela oposição Democrata, e a questão das guerras no Iraque e no Afeganistão foram marteladas à exaustão, exatamente como foi a questão da Guerra do Vietnã. Isso, é claro, apenas nos últimos anos da guerra, quando os presidentes foram Nixon e Ford, dois Republicanos.

O resultado desse trabalho de guerra política e narrativas contra o governo foi a eleição de Obama, em 2008, contra John McCain. O Democrata teve quase 10 milhões de votos a mais, e teve o dobro de delegados. Uma tremenda vantagem, aliás. Depois, Obama se reelegeu novamente com 5 milhões de votos a mais do que seu concorrente Republicano, Mitt Romney, e 130 delegados a mais.

Ou seja, foram duas eleições fáceis para os Democratas, e desta vez eles perderam mais pelo fato de a candidata ser Hillary Clinton do que o opositor ser Donald Trump (que aliás era do partido Democrata há pouco tempo). Clinton ainda assim fez uma excelente votação, chegando a ter alguns milhares de votos a mais do que Trump, perdendo apenas no número de delegados, e com uma diferença não tão grande assim se comparada com as vitórias Democratas das últimas duas eleições.

O caso é que, seja como for, a esquerda não irá jogar a toalha. Trump vai apanhar muito. Vai apanhar diariamente. Aliás, já está apanhando. As manchetes apocalípticas já estão pipocando por aí, e como presidente ele enfrentará oposição dentro da própria casa. Os Democratas trabalharão na desconstrução de sua imagem dia e noite até que não sobre mais nada. E se somarmos isso com o fato incontestável de que ele, enquanto presidente, jamais terá como colocar em prática tudo o que prometeu, o que sobrará de Trump provavelmente é uma imagem completamente destruída.

Se ele não for mesmo muito esperto, é bem provável que sequer consiga uma reeleição em 2020.


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