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Contra o fascismo cultural, devemos mandar mais gente à merda!

Este é o artigo que prometi no sábado, a continuação com a segunda proposta tática para enfrentar a ditadura do politicamente correto. O título pode parecer zoeira, mas não é. Também não se trata de uma ideia literal. Não é necessário literalmente mandar pessoas à merda - só às vezes, basta que não nos curvemos ao fascismo cultural na forma como ele se impõe para nós.

O fato é que temos, hoje, um avanço significativo das políticas de perseguição ideológica, de patrulhamento e de constrangimento. Quando uma pessoa viola os padrões estipulados pelo fascismo cultural de extrema-esquerda, esta pessoa é quase sempre atacada de forma imoral, tem sua vida pública destruída, é humilhada até desistir. É uma espécie de bullyng político, mas com consequências que podem ser muito mais graves.

Em boa parte dos casos, isso só acontece por mera submissão das vítimas. Em vez de reagir, elas recuam. Em vez de rebater os ataques, elas se desculpam. A vítima, por ser duramente atacada, muitas vezes compreende que talvez tenha culpa e, em vez de enxergar os fatos, acaba acreditando na narrativa do inimigo. No entanto há exemplos claros de pessoas que reagiram e se deram bem.

O humorista Danilo Gentili, por exemplo, foi processado algumas vezes por emitir opiniões ou fazer piadas "controversas". Na maioria das vezes, foram banalidades completas, mas que foram aproveitadas pelos fascistas porque Danilo se identifica como liberal. Ele, por sua vez, sempre soube reagir bem, nunca se curvou aos interesses dessa corja. O que aconteceu? Ele sobreviveu a isso tudo e hoje tem um programa com boa audiência na TV.

O mesmo ocorreu com Rachel Sheherazade, que foi duramente atacada pela extrema-esquerda após emitir opiniões contrárias a agenda esquerdista. No começo, o SBT chegou a cogitar tirá-la do ar, mas a reação do público foi tamanha que a emissora voltou atrás e a deixou lá. Ela continuou emitindo suas opiniões e deu uma banana para os fascistinhas.

Ontem mesmo fiquei sabendo da Alezzia, uma marca de móveis sofisticados que sofreu um ataque nas redes sociais por ter usado uma mulher de maiô em suas campanhas. O que aconteceu? A empresa reagiu, lançou um desafio (veja aqui) e agora tem recebido não só milhares de seguidores, mas também milhares de avaliações positivas. Certamente a marca não perdeu um só cliente, mas obviamente ganhou vários.

Todas estas pessoas, ainda que algumas vezes de maneira sutil, reagiram ao fascismo cultural, mandaram os patrulheiros ideológicos à merda. É preciso entender que eles são minoria, só que são barulhentos. Eles não têm volume suficiente para enfrentar a todos, só conseguiram ir tão longe porque nunca haviam enfrentado oposição de verdade até hoje. 

As pessoas precisam parar de ser servis aos interesses totalitários de pilantras. Está mais do que na hora de mandar mais gente à merda, pois se as coisas continuarem como estão, logo não haverá mais gente para mandar.


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