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O "caminhão assassino", o "atirador" e a guerra de narrativas


Você ficou surpreso com o fato de a imprensa ter noticiado os fatos de hoje - os dois atentados, um em Berlim e outro na Turquia - enchendo as manchetes com eufemismos e mentiras? Eu não fiquei.

Que a imprensa tenha se referido ao terrorista muçulmano que matou o embaixador russo como "atirador", da mesma forma que se referiram aos terroristas do caso Charlie Hebdo; que a imprensa tenha feito manchetes ridículas dizendo que o caminhão invadiu o mercado e matou pessoas em Berlim... Bem, isso era esperado. Nós sabemos perfeitamente de que lado estão os grandes veículos de comunicação mundial, especialmente os ocidentais.

O que realmente me surpreende é ver direitistas frequentemente caírem nessa feito bobos. Não que eles tenham, de fato, acreditado na narrativa da mídia, mas ainda assim não foram poucos os blogs que reproduziram a notícia exatamente como a mídia mainstream escreveu. É mole?

Pior do que isso é que alguns ficaram melindrados, com medo de dizer que foram ataques terroristas porque, supostamente, ainda não se sabe exatamente o que aconteceu. Besteira! No caso do caminhão em Berlim é evidente que não foi um acidente. Atacar uma festa de Natal, aliás, é algo absolutamente simbólico para um muçulmano. Já o caso do "atirador" da Turquia, o que matou o embaixador, é até mais explícito, pois ele gritou antes de ser abatido pelos seguranças do local as palavras clássicas "Allahu Akbar", que todos aqui sabem bem o que significa.

Nenhum veículo de grande mídia colocou o fato de o terrorista ser muçulmano no título das matérias. Aliás, a maioria nem mesmo o chamou de terrorista, mas de atirador, um eufemismo ridículo. Quanto ao "caminhão assassino", é evidente o bastante. Fizeram exatamente como na época do ataque em Nice, na França.

A nós cabe o trabalho de não apenas expor o fato, mas de cobrar e de ridicularizar jornalistas que fazem esse tipo de serviço sujo. O nome disso não é sequer jornalismo, é desinformação pura. Pessoas que estão mais preocupadas em atender agendas políticas do que apurar fatos são militantes, não são jornalistas. É necessário que a direita comece a organizar material a respeito desses pilantras que fazem esse tipo de coisa para reunir tudo em grandes dossiês.

Canalhas assim devem ser expostos. É preciso mais do que atacar o canal ou o jornal para o qual trabalham, é necessário atacá-los moralmente como pessoas desumanas e cruéis. 
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