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Se você não entende que o Partido Democrata é socialista, provavelmente você é burro!

Ok. Talvez você não seja burro. É possível que nunca tenham te dado a informação que você verá aqui - e que poderá pesquisar na internet, pois não sou obrigado a te provar nada.

Para alguns isto é óbvio. Para a maioria, entretanto, não é. Há um monte de gente por aí que, ao não entender direito as diferenças culturais entre um país e outro, tem a capacidade de idolatrar Barack Obama enquanto malha o pau em Lula. É claro que não estou comparando ambos porque Lula, além de ter sido um péssimo presidente, é também um dos maiores ladrões do país. Mas se tirarmos a questão da corrupção, pura e simplesmente, o que sobra?

Por que Barack Obama, embora tenha feito suas sujeiras, não roubou dinheiro público como fez Lula? É porque ele vive nos EUA, um país que culturalmente pune bandidos de forma severa. Uma vez comprovado que ele desviou dinheiro para qualquer finalidade ilícita, ele obviamente seria cassado e provavelmente preso. Casos como o Mensalão não aconteceriam nos EUA por uma simples questão de cultura de punir bandidos.

Não dá para comparar, realmente, um partido americano com um partido brasileiro, porque tudo lá é diferente daqui. O sistema político é outro, a cultura é completamente diferente e há também uma base histórica distinta. Para entender como o Partido Democrata é, de fato, um partido socialista em plena América, é só prestar atenção aos devidos detalhes em seus discursos e sua história.

Atualmente, temos Barack Obama e Hillary Clinton como os nomes mais fortes do partido. Para início de conversa, Clinton idolatra Saul Alinsky, que foi um intelectual radical de esquerda. Sua tese de mestrado é sobre a obra dele. Alinsky escreveu "Regras Para Radicais", um livro cujo conteúdo é justamente um compilado de ideias e metodologia prática para tornar os socialistas radicais dos EUA em estrategistas políticos eficientes.


Diferentemente da América Latina, em que partidos de extrema-esquerda assumidamente socialistas alcançaram facilmente o poder, os EUA possuem uma cultura de propriedade muito firme e muito bem enraizada. Ideias que versem sobre a "igualdade social", "desarmamento" ou "desapropriação de terras" jamais funcionariam como propostas de um partido político. Um presidente ou mesmo um senador jamais seria eleito lá com este discurso nos anos 1970, por exemplo. Hoje, no entanto, há senadores com esse discurso, como é o caso de Bernie Sanders, que chego muito perto de ser o candidato oficial à presidência do país.

Em uma cultura que respeita de maneira enfática a propriedade privada, os direitos civis e a liberdade de expressão, não tinha como o socialismo ortodoxo prosperar. Até a década de 70, os socialistas mais radicais americanos eram uns completos fracassados sem poder algum, jamais conseguiriam uma revolução. Foi aí que entraram em jogo as estratégias de longo prazo para tomar o poder devagarinho, aos poucos, sem chamar atenção. 


Barack Obama também é admirador de Alinsky, da mesmíssima forma que Hillary. Analisando a trajetória de ambos, é fácil perceber que eles tendem para esse lado. Bernie Sanders, a propósito, era um problema para os Democratas. Seu discurso socialista escancarado para uma competição à presidência iria deformar o cenário político. Se Sanders tivesse concorrido nas eleições contra Trump, a vitória do Republicano seria muito mais fácil e garantida, justamente porque as pessoas têm medo do socialismo.

É por isso que o partido sabotou Sanders o quanto pode. Hillary Clinton e a alta cúpula do partido Democrata não queriam Sanders na Casa Branca justamente porque ele atropelaria os cavalos colocando a carroça na frente. Os Democratas sabem que é necessário ser sutil com essa agenda totalitária. O fato de Hillary ter armado o ISIS enquanto ocupava a Secretaria de Estado é mais uma evidência clara de que há um objetivo maior por trás disso tudo. Como presidente, se tivesse sido eleita, certamente ela daria continuidade a esse processo.

Abaixo, um vídeo do Raphäel Lima a respeito do tema. É de alguns meses atrás, mas serve.


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