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Extrema-esquerda quer se desvincular de Obama agora que ele está prestes a sair. Entenda o motivo:

Barack Obama foi um dos presidentes que mais promoveu a segregação na América, e curiosamente também foi um dos que mais praticou atos questionáveis no exterior. Durante seus oito anos no poder, a esquerda mundial se calou e o deixou trabalhar pela causa. Raras foram as críticas mais contundentes contra seu mandato e, tanto em 2008 e 2012 como em 2016, a maior parte da imprensa ocidental o apoiou fortemente, promovendo todo tipo de campanha negativa contra seus adversários.

No entanto, algo mudou nos últimos dias. Vários blogs petistas que alisaram Obama esses anos todos começaram a criticá-lo, em alguns casos até mesmo por razões banais. Além disso, nas redes sociais tem se notado um comportamento similar em esquerdistas mais radicais em geral. Todos eles estão bancando os críticos da gestão Obama como se sempre tivessem feito isso. O que os motiva?

O presidente que governou os EUA na última década vai sair em breve e será substituído por um opositor. O que vai acontecer, e não demorará muito, é que fraudes virão à tona. Se Trump quiser mesmo detonar seu rival, basta que investigue a fundo o que foi feito nestes últimos oito anos. Ele terá o aparato governamental em suas mãos e será relativamente fácil desenterrar os podres da gestão Obama. Quando isso ocorrer, se ocorrer, ninguém vai desejar fazer parte da turma que o apoiava. 

Além disso, outra obviedade é o fato de que Obama não pode ser candidato de novo até 2020. Para quê a extrema-esquerda vai querê-lo, agora? Nada disso. Há muito mais coisas para se preocupar, e uma delas certamente é bancar a isentona, atacando Obama e Trump, mas sempre com maior intensidade este do que aquele.

Um pouco dessa tática é cortina de fumaça, é uma distração para passar os próximos quatro anos malhando o Republicano e preparando a volta dos Democratas ao poder. Trump, com toda a certeza, cometerá deslizes. Cada tropeço dele será uma vitória da extrema-esquerda e ela vai aproveitá-los profundamente.

De minha parte, não creio que Trump será capaz de governar, muito menos de cumprir 10% do que prometeu. Até porque ele fez promessas impossíveis de serem cumpridas, como o muro na fronteira com o México e, ainda, forçar o México a pagar o muro. Fora isso, dentro de dois anos haverá as eleições para o Congresso. Se até lá ele estiver com sua credibilidade minada, os Democratas voltam com tudo.


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