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Conheça Camarada Bala: O "Justiceiro Social" que levou o plano ao fim - ou quase

Aravindan Balakrishnan, também conhecido como "Camarada Bala".

Uma matéria publicada na BBC este fim de semana trouxe à tona uma história de muita importância. Trata-se de um projeto político, comandado por Aravindan Balakrishnan, cuja finalidade era "dominar o mundo"... Parece meio absurdo, eu sei. O fato é que o tal "Camarada Bala" era provavelmente um lunático, mas não devemos descartar a hipótese de que projetos como o dele estejam acontecendo hoje em qualquer lugar do país ou do mundo, ou mesmo que já tenham acontecido antes.

Primeiro, alguns destaques do que foi publicado pela BBC:

Nascida em um "coletivo", ela não tinha permissão para ir ao médico. Na verdade, nunca havia sido autorizada a sair sozinha. Ouvia que, se tentasse fazer isso, morreria queimada. Preocupada com a possibilidade de não sobreviver à doença, Rosie e outra mulher, Josie, conseguiram escapar. Uma organização que ajuda pessoas que foram abusadas estava na esquina à espera delas. Junto com a polícia, a entidade tinha ajudado a planejar a fuga. Logo ficou claro que Rosie e Josie - que tinha 57 anos - não eram as únicas mulheres que viviam naquele apartamento. Quando a polícia foi até lá, encontrou Aisha, uma senhora malaia de 69 anos. Nas semanas seguintes, foi tornado-se cada vez mais óbvio que a vida delas naquele lugar havia sido surreal. As três mulheres pareciam extremamente assustadas e se referiam muitas vezes a uma "força toda-poderosa" chamada Jackie. Acreditavam que essa força poderia tentar se vingar e machucá-las. Ficavam aterrorizadas com eletricidade, que chamavam de "eeee", e pareciam nervosas diante de aparelhos domésticos que poderiam queimar ou explodir.

Neste trecho a matéria fala, como fica explícito, de mulheres que ficaram presas em cativeiro, um chamado "coletivo", por mais de 30 anos. No entanto, não estamos falando apenas de um cativeiro normal, com objetivos lascivos como de praxe. Havia uma ideia por trás e a própria BBC deu conta disso: o radicalismo socialista. Veja só:

Balakrishnan passou a infância na Ásia. Ele nasceu na Índia em 1940 e mudou-se para Cingapura com sua família quando aos 8 anos. Em 1963, viajou para o Reino Unido com uma bolsa do Consulado Britânico para estudar na London School of Economics. Como estudante, foi se envolvendo com a esquerda na política e, em determinado momento, abandonou os estudos. Em 1974, criou o Instituto dos Trabalhadores do Pensamento Marxista-Leninista-Mao Tsetung, que descreveu como um "Partido Revolucionário Mundial iniciado pelos chineses". Seu slogan era "o presidente da China é nosso presidente, o trajeto da China é nosso trajeto".

Bem... Não vou me estender muito sobre os detalhes, quem quiser pode acessar a matéria completa na BBC clicando aqui. O que pretendo é apenas trazer esse exemplo do Camarada Bala para a nossa realidade. Recentemente, no Brasil, um desses coletivos sofreu acusações bem similares. Quem conhece a história de Pablo Capilé, do Coletivo Fora do Eixo, que é também ligado ao grupo Mídia Ninja, sabe exatamente do que se trata. Diversas pessoas acusaram o coletivo de condições similares, incluindo coisas bizarras como abuso sexual e trabalho análogo à escravidão. As pessoas eram praticamente forçadas a trabalharem "em prol da causa", passando por processos claros de lavagem cerebral.

O tal Camarada Bala, talvez, tenha sido alguém que levou o plano ao fim, ou quase. Sabemos que ele não foi o único que tentou. O que garante que não existam outros por aí? Estas pessoas que dizem querer salvar o mundo são normalmente as mais pervertidas. É nosso dever desconfiar.
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