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Erika Kokay, do PT, quer a volta da ditadura e propõe o DOI-CODI da "Justiça Social"

Quando avisamos que o pós-modernismo e os movimentos de "justiça social" são uma expressão pura do fascismo, muitos negam. Até liberais e conservadores muitas vezes chegam a dizer que isso é um exagero, que "não é bem assim"... Em Buenos Aires já existe multa e risco de prisão para quem der uma cantada em alguma mulher na rua, o que é subjetivo o suficiente para que opositores políticos sejam punidos com acusações falsas. Em Curitiba, bem perto de nós, já há um projeto de lei sendo discutido nesta mesma linha.

Agora a deputada Erika Kokay, do PT, quer fazer algo ainda mais radical: multar empresas que "humilhem mulheres" em sua publicidade. O PL 6191/16, de autoria da petista, tem como objetivo a "vedação à publicidade de cunho misógino, sexista ou estimuladora de agressão ou violência sexual". Nunca é demais lembrar, no entanto, que os termos "misógino", "sexista" ou "estimuladora" são propositadamente subjetivos, porque a linha entre a discriminação e a liberdade de expressão é tênue para estas pessoas. A proposta prevê multa a partir d R$ 5 mil para a empresa que violar esta norma ou até a suspensão da publicidade da marca por 30 dias.

Não é necessário ter muitos neurônios ativos para saber perfeitamente qual é a verdadeira finalidade por trás disso. Trata-se, obviamente, de uma forma de oficializar a censura e criar um meio jurídico de perseguir a oposição política. Ultimamente algumas marcas têm ousado mais e passaram a violar as normas estabelecidas por fascistas culturais, os chamados "politicamente corretos", e a esquerda radical percebeu que está perdendo o monopólio do discurso. A finalidade, agora, é estabelecer uma forma de punir por meio da força.

Em um artigo que publiquei aqui no fim do ano passado cheguei a afirmar que "[...]o fascista cultural não vai bater em você e te enfiar em uma cela - ao menos não em um primeiro momento. Ele vai, através do constrangimento, tentar fazer com que você se sinta acuado, desmoralizado e consequentemente silenciado. A tática consiste em te derrubar moralmente perante o grupo social presente com o objetivo de que você se cale e escute, sem espaço para expressar o que pensa."

O que acontece, agora, é que essa fase na qual a intimidação funcionava está começando a acabar. Cada vez mais pessoas têm se mostrado contra, chegando a reagir às investidas dos movimentos negro, feminista e afins. Sendo assim, agora o fascismo cultural já está em um segundo momento, e é um momento no qual ele precisa da força da lei para ser aplicado.

Quando certos comportamentos nefastos são feitos de forma espontânea ou até mesmo fora da lei, eles já são ruins, mas são combatíveis. A partir do momento em que uma postura como esta se torna legítima por meio da lei, isso significa que já estamos vivendo em um regime totalitário. Nem a Ditadura Militar foi tão longe quanto Erika Kokay quer ir. É por isso que, como bem disse Luciano Ayan em artigo recente, a luta pela liberdade de expressão é a batalha mais importante da atualidade, muito mais útil do que qualquer outra.

Essa proposta da Erika deve ser levada a sério, pois é o tipo de coisa que, se aprovada, iniciará uma nova onda de totalitarismo sem precedentes no país.


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