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Esqueça as eleições 2018. Este não deve ser nosso foco agora!

Muito se tem discutido sobre as eleições de 2018, e enquanto a extrema-esquerda tenta despistar nossa atenção com esse papo de "Lula Presidente", parte da direita brasileira tem caído na tática e reforçado coro do lado oposto, como "Bolsonaro Presidente" ou "Caiado Presidente" e, agora, até o "Dória Presidente"...

Na prática, ficar em cima desse assunto agora é pura perda de tempo, uma vez que não fazemos a menor ideia de como as coisas estarão até outubro do ano que vem. Não sabemos quem serão os candidatos, não sabemos quais serão as coligações. Quem diz saber, quem diz que "dá para ter uma ideia", está mentindo. Não dá para saber de nada agora e toda discussão sobre este assunto, especificamente, não é de grande utilidade. Para que fique claro, faço aqui até um mea culpa. Também já escrevi muito sobre isso nos últimos tempos, mas recentemente percebi que esse debate parece ser mais uma discussão pautada pela esquerda, não por nós.

O que quero dizer, então, é que esse debate é improdutivo no momento. Temos que pensar em outras questões, há pautas mais urgentes e há bandeiras nas quais precisamos trabalhar de forma prioritária. Um exemplo disso é a questão dar armas. No momento, vários movimentos têm levantado essa questão e eles estão certíssimos. É preciso começar o quanto antes um combate tático e organizado contra o desarmamento civil, e em parte isso será possível apoiando a proposta 3722, do Rogério Peninha. Por outro lado também é necessário um combate no campo cultural, temos que reforçar o fato de que o desarmamento é coisa de gente perversa que quer nos controlar, e que não é nem de longe para a nossa proteção.

Também precisamos nos preocupar com o combate ao fascismo cultural. Já está mais do que na hora de liberais, libertários e conservadores se unirem com este propósito, pois este é o caminho para garantir a liberdade de expressão. Iniciativas como Alezzia são importantes para este fim, mas uma ou outra não bastam. É preciso propagar ao ponto em que as pessoas não mais possam ignorar.

Eleições, na realidade, são só um pequeno pedaço da guerra política, e independente de quem seja o próximo presidente, ele não conseguirá fazer o que quer se houver oposição organizada e se ele não tiver o necessário apoio. Trump, por exemplo, se elegeu nos EUA, assumiu o trono mas agora enfrenta oposição no sistema judiciário, e desde que entrou no cargo não conseguiu colocar nada do que queria em prática. De que adianta termos um presidente de mãos atadas em um sistema dominado por inimigos?

Ademais, a própria presidência não é tão importante quanto o aparelhamento do Congresso a nosso favor. Seria muito mais útil ter um monte de liberais e conservadores eleitos para cargos parlamentares do que um presidente liberal-conservador contra um Congresso cheio de nacionalistas xucros e esquerdistas radicais.


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