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Luiza Erundina teve mais votos do que Jair Bolsonaro na eleição da Câmara. Qual o motivo?


Se eu quisesse resumir este artigo em uma só frase, ela seria: Porque Bolsonaro é burro!

Sim, Bolsonaro é burro, e isso é um fato que você terá que aceitar. Podem até tentar me convencer de suas supostas boas intenções, eu continuarei duvidando disso. Podem tentar me convencer de que ele mudou, que não é mais o cretino apoiador de comunistas que foi no passado, e eu também continuarei duvidando. Contudo, você não tem a menor chance de convencer a mim, e nem a si mesmo, de que o sujeito é esperto. Isso ele nunca foi!

A eleição para presidente da Câmara realizada hoje era um jogo de cartas marcadas, como sempre é. Evidentemente Rodrigo Maia ganharia com folga e sobrariam poucas chances até para o segundo colocado. Ninguém realmente esperava que figuras como Bolsonaro ou Erundina tivessem chances reais de ganhar. Porém, para quê o vexame?

A PSOLista Erundina teve dez votos, sendo que a bancada do PSOL tem apenas seis deputados. Bolsonaro, no entanto, faz parte do PSC, partido que tem dez deputados federais eleitos. Assim mesmo, recebeu apenas quatro votos, menos até do que o total de votos em branco. Isso, no fim, foi mais um motivo para fazer piada.

O detalhe é que Luiza Erundina não é nada, é uma mulher irrelevante no cenário político que fez uma pífia votação em São Paulo quando se candidatou à prefeitura. Seu partido, o PSOL, no cenário nacional também é muito pouco relevante. É ridículo que alguém como Bolsonaro tenha se prestado a esse papel.

O sujeito que pretende ser candidato a presidência da República em 2018 pelo PSC não tem o apoio do próprio partido? Se pensarmos bem, um dos quatro votos é dele mesmo, o outro certamente foi o de seu filho. Resta saber de quem foram os outros dois votos. Isso aí dava para contar nos dedos de uma mão. O vexame, no entanto, ficará para sempre.

Bolsonaro não possui nenhum senso tático. Lançou sua candidatura às pressas, certamente nem chegou a sentar e conversar com seus aliados, se é que tem algum. Uma pessoa nessa posição, querendo ganhar notoriedade, não pode ficar conhecida pelo fracasso constante. Já foram ridículas o suficiente as duas passeatas organizadas em apoio a ele no ano passado, que não conseguiram reunir sequer quinhentas pessoas na cidade em que ele é mais conhecido. A candidatura de Flávio Bolsonaro, um sujeito que tem discurso popular e que teria tudo para ganhar, foi outra vergonheira. Agora veio essa.

De minha parte, não tenho pena. Pelo que já ouvi dizer ele não aceita conselhos de seus assessores, prefere agir por conta própria. Se continuar assim e se realmente for candidato no ano que vem, vai perder, mas vai ao mesmo tempo atrapalhar qualquer outra candidatura da direita puxando ela para baixo.

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