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Paulo Henrique Amorim faz uma análise assertiva - e canalha, é óbvio - do cenário político atual

O blogueiro Paulo Henrique Amorim, sujeito que tem em seu currículo a proeza de estar errado absolutamente sempre, até mesmo quando, no passado, atacou Lula, é conhecido por uma dose cavalar de canalhice e mentiras. Mesmo assim, como sempre digo, temos algumas coisas importantes a aprender com nossos inimigos, e o vídeo abaixo traz algumas coisas úteis. Veja:


A linguagem e o estilo canastrão típicos de PHA estão aí, mas tem algo a mais. Ele aborda uma questão de extrema importância ao falar da atuação de Donald Trump contra a imprensa americana.

Como qualquer um já sabe, a mídia norte-americana - e também a nossa - subiu no palanque de Hillary Clinton e substituiu jornalismo informativo por torcida organizada. Pretensos jornalistas largaram mão da ética profissional e jogaram suas carreiras no ralo em troca de uns amassos com o partido Democrata. Donald Trump, além de ter muito dinheiro, teve um pouco de astúcia, ele soube entender algumas revoltas das classes média e baixa em seu país e chutou o traseiro de repórteres, entrevistadores e blogueiros em toda a campanha, comportamento que manteve após eleito.

Se isso vai dar certo por muito tempo é cedo para dizer, mas tem funcionado até então. PHA entendeu isso e, em sua análise, trouxe uma visão de onde o PT teria falhado. Para ele, o PT errou ao não ter feito com a mídia brasileira o que Trump fez com a imprensa americana. Do ponto de vista tático, ele está correto. É claro que PHA defende um projeto totalitário, e é óbvio que ele quer o PT no poder para dar continuidade a este projeto. Contudo, sua visão não é incoerente com a prática comunista.

Muitos esquerdistas criticaram Dilma e Lula por eles não terem censurado a imprensa como Chávez fez na Venezuela. Verdade seja dita, eles até tentaram, mas não tiveram coragem de levar a ideia adiante. O que PHA nunca vai dizer, é claro, é que o motivo para que Lula e Dilma tenham vacilado é o simples fato de que ambos têm o rabo preso. São corruptos de marca maior e não foram tão competentes como deveriam em esconder seus rastros.

A propósito, Lula e Dilma fizeram o inverso daquilo que Trump tem feito e foram para a cama com os jornalistas. Eles imitaram Hillary. É por isso que atualmente a imprensa, de modo geral, está tão desacreditada quanto a própria esquerda radical em si.

Ainda assim, dentro da visão tática, a abordagem de Paulo Henrique Amorim faz todo o sentido. Talvez, se Lula e Dilma tivessem feito com a mídia nacional o que Trump fez com a americana, eles ainda estivessem no poder. Foi a liberdade de divulgar informações, especialmente em blogs e sites independentes, que dificultou o trabalho de ocultar os fatos.


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