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Decepção de seguidores da Alezzia reforça: Não precisamos de ídolos, mas de um projeto!


Recentemente a marca Alezzia publicou algumas postagens deixando clara sua posição em prol do desarmamento civil e até mesmo elogiando Leonel Brizola. Isso decepcionou muita gente, pois a mesma vinha nos últimos meses detonando o politicamente correto e lutando contra o fascismo cultural da extrema-esquerda e, em especial, das feministas.

Que a empresa tenha esse posicionamento não me espanta, até porque não sabemos o grau de conhecimento ou instrução e nem quais são as intenções por trás de quem comanda aquela página. Como deixei claro em artigos escritos no ano passado, quando o assunto veio a tona, a Alezzia pode mesmo ter feito tudo isso em prol do marketing da marca -  o que agora já se torna mais provável. O que realmente me intriga é a "decepção" da direita, que ficou realmente chocada com aquilo.

Novamente, isso reforça o que escrevi aqui na semana passada. Nós precisamos de um projeto político, não de ídolos. O que a Alezzia fez contra o fascismo cultural foi útil e importante, e por este acerto a marca mereceu atenção e alguma valorização. Depois disso, acabou. Não é necessário idolatrar a empresa e seus dirigentes para sempre, especialmente porque, como disse acima, nós não sabemos muito sobre eles.

Nos últimos meses cansei de ver gente idolatrando a página, postando comentários entusiasmados. A direita precisa se acalmar um pouco, criar maturidade e perceber o mundo ao seu redor. Nem tudo que reluz é ouro, nem tudo que parece é e nem todos que surgem com um discurso sedutor são necessariamente nossos aliados. 

Se tivéssemos um projeto político sólido, visando atender demandas e criar pautas claras, é certo que esse tipo de problema seria fácil de resolver, pois bastaria tão somente tratar o que é descartável e temporário como algo descartável e temporário.

O pragmatismo tem como regra básica que toda ação deve gerar algum tipo de resultado, e que este resultado deve ser favorável ao nosso lado e, se possível prejudicial ao inimigo. Apoiar a Alezzia quando a marca estava batendo de frente com as feministas tinha utilidade, apoiá-la agora que ela se mostrou a favor do desarmamento não tem mais utilidade. Assim, é só pular fora e deixar a marca afundar no esquecimento.
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