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Temer ainda poderá ter uma sobrevida, mas para Aécio é o fim da linha...

Hoje tivemos um dia bem menos quente do que se esperava. O alarme de incêndio disparado ontem causou bem mais estragos do que o próprio incêndio de hoje. No fim, Temer bateu o pé e disse que não vai renunciar, o que já era previsível enquanto o STF não liberasse as gravações que se tinha contra ele.

No fim do dia, as gravações vieram a público, e o conteúdo nem é lá aquelas coisas. Se Temer fosse sujeito hábil como Lula, sairia dessa situação sambando. Temer, porém, não é como Lula. Apesar de o conteúdo não ser realmente tão comprometedor como se imaginava, ainda assim o estrago político sofrido por ele é irreversível. Se ele não cair, e isso é mesmo uma grande possibilidade, não terá governabilidade até o fim de seu mandato.

Na atual situação do país, um escândalo dessa magnitude toma proporções tremendamente desagradáveis. Até se ele fosse inocente já teria se dado mal de qualquer jeito, não teria como evitar. De ontem para hoje ele já perdeu apoio de parte da base aliada e certamente ainda perderá mais um pouco, o que pode simplesmente minar a chance de que o governo passe as reformas dentro do prazo previsto, ou até mesmo de qualquer prazo.


Já o caso de Aécio é muito mais grave. Para o tucano, este pode ser o fim da linha definitivo, e não só na política. Sua irmã presa, sua casa revirada pela Polícia Federal e seu mandato suspenso. Este foi o saldo em menos de 24 horas após a divulgação da delação. Quando as provas foram publicadas, a situação piorou, pois aí sua culpa já ficou devidamente comprovada.

Não há mais o que fazer no caso dele. Além de perder o cargo, o que provavelmente acontecerá em pouco tempo, ele provavelmente terminará de forma similar a de Eduardo Cunha: atrás das grades.
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