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Ataque de Eduardo Bolsonaro a Alexandre Borges reforça o que sempre digo: essa família é inútil para a direita

Ontem o deputado Eduardo Bolsonaro fez um mal uso de suas redes sociais - o que não é exatamente novidade - para atacar de forma totalmente desnecessário e até mesmo traiçoeira alguém que, até esses dias, era não apenas aliado mas praticamente um cabo eleitoral da família. Falo aqui de Alexandre Borges, o conservador que também é colunista na Gazeta do Povo.

Para quem não sabe, Borges ajudou e muito a família Bolsonaro. Ele sempre defendeu Jair de todos os ataques, chegando a fazer inimizades no movimento conservador e principalmente no liberal. Ele também ajudou muito na eleição passada para que Flávio Bolsonaro fosse eleito, o que acabou ficando distante de acontecer. Ainda no ano passado, ele fez um textão no Facebook para defender Jair Bolsonaro de críticas feitas pelo Livres-PSL.

Mesmo assim, não adiantou. Eduardo o atacou apenas porque ele apareceu em uma foto ao lado de João Doria, prefeito de São Paulo, que está bem longe de ser um inimigo.

Eduardo não apenas o criticou, ele colocou a honra de Borges em dúvida, como se este ato simbolizasse algum tipo de alta traição. A postura é similar a de Olavo de Carvalho, que também recentemente permitiu que um de seus alunos atacasse Flávio Morgenstern - que é olavette assumido - em seu próprio site, e ainda elogiou o seu texto. A similaridade na postura de ambos revela algo básico: para essa gente, quem não lhes puxa o saco 24 horas por dia é um inimigo.

Isso tudo apenas reforça o que venho dizendo há anos. Todos que me acompanham sabem que considero a família Bolsonaro absolutamente desprezível, especialmente por serem todos eles um imenso atraso a qualquer projeto político minimamente sério e eficiente da direita no Brasil. Eles jogam no outro time, são esforçados em fazer cagadas e mais esforçados ainda em criticar aqueles que realmente trabalham. O ataque ao Borges é só uma face revelada, mas não é a única.

Traidor é quem vota junto com a extrema-esquerda em todas as sessões, como é o caso de Flávio Bolsonaro ou mesmo do próprio Jair, sempre remando contra a maré e apoiando o inchaço do Estado, tudo o que a extrema-esquerda mais deseja. Sendo assim, digo o que sempre disse: a direita precisa rejeitar Bolsonaro - todos eles - antes que seja tarde.


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