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Resposta do MBL à agência de censura de Sakamoto mostra como calhordas devem ser tratados

Sempre digo que uma das coisas que mais abomino é a figura do censor, o sujeito que está disposto a simplesmente te impedir de dizer o que pensa ou sente. O censor é o primeiro passo rumo ao ditador. Todo censor carrega no peito um desejo genocida e um totalitarismo nefasto, e é por isso que gostei muito da resposta que o MBL deu à agência de censura do ultra-esquerdista Leonardo Sakamoto.


Primeiro, veja o que a Agência Pública (do Sakamoto, financiada com grana de George Soros) mandou ao MBL:

Oi, Clodomiro, bom dia.

Meu nome é Patrícia, sou repórter do Truco, um projeto de fact-checking da Agência Pública. O Truco integra a International Fact-Checking Network (IFCN), rede organizada pelo Instituto Poynter que reúne os principais sites de fact-checking do mundo. Você pode ver algumas amostras do nosso trabalho aqui e também nos nossos republicadores, que incluem sites como Exame.com e UOL.
Estamos checando algumas frases deste vídeo sobre progressão de pena, disponível na página de Facebook do Movimento Brasil Livre (MBL).
Como te expliquei por telefone, nossa metodologia funciona da seguinte maneira: antes de tudo, comunicamos a assessoria de imprensa da pessoa que proferiu a frase, informando que ela está sendo checada e que deve ser objeto de uma checagem publicada em nosso site. Então, solicitamos a esta assessoria quais foram as fontes utilizadas pela pessoa para basear a sua afirmação. Essas fontes podem ser desde estudos, pesquisas ou dados oficiais até percepções pessoais, consultorias com especialistas, etc.
Portanto, o que solicitamos nesta demanda são as fontes das informações utilizadas pelo apresentador do vídeo nas frases selecionadas. Essas informações serão confrontadas pela nossa equipe, que buscará dados, oficiais e independentes, para verificar se a frase está de acordo com a realidade, e então a frase ganhará um selo. Depois, entramos em contato para informar o resultado da checagem. Todos os passos da metodologia e os selos estão disponíveis em nosso site.
É muito importante que vocês mandem as informações dentro do nosso prazo para que tenhamos subsídios para comprovar a falsidade ou veracidade da afirmação. Nosso prazo é até o final do dia de hoje.
As frases que estamos checando são as seguintes:
“Mais de 100 mil criminosos estão no regime semi-aberto.”
“Hoje, o criminoso cumpre só um sexto da sua pena e já está praticamente livre para voltar a cometer crimes.”
“O projeto foi assinado por deputados como Darcísio Perondi e pelo ex-deputado Nelson Marchesan Júnior está pronto para ser votado. Só depende do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia.”
“70% dos criminosos que são presos pela polícia são reincidentes, ou seja, na verdade, nunca deveriam ter saído da cadeia.”
Qualquer dúvida, estou à disposição por telefone e email.
Att.,
———————
Patrícia Figueiredo
Agência Pública
apublica.org

Não há muito a ser discutido. É uma agência controlada por esquerdistas da pior estirpe, por gente que apoia a ditadura cubana e o regime totalitário da Venezuela, mas que querem, ao mesmo tempo, bancar os bastiões morais da era digital. É por isso que a resposta que o MBL deu aos censores não poderia ter sido melhor. Veja na íntegra:

SEIS!

A Sakamoto e demais associadosO Movimento Brasil Livre – MBL não reconhece a legitimidade – tampouco a honestidade – de uma ONG bancada com dinheiro do globalista George Soros (fonte para checking: http://apublica.org/quem-somos/#financiadores ) para “checar a veracidade” de qualquer coisa que saia na imprensa brasileira ou nas redes sociais. A “Agência Pública” – basta checar em seu próprio website – é um coletivo de esquerda coalhado de militantes petistas travestidos de jornalistas tentando levar à frente uma ridícula aura de isenção. Seu conselho conta com figurinhas carimbadas do jornalismo lulista, como o caricato Leonardo Sakamoto e sua amiga Eliane Brun.Cremos que poderiam aproveitar o status de hospedeiro do portal UOL para fazer seus “fact-checkings” na produção de lixo do grupo folha, como quando estes deram destaque total à versão dos agressores durante o atentado aos manifestantes do”Direita São Paulo” perpetrado por palestinos amiguinhos da redação. (http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2017/05/1880596-lider-do-palestina-para-tods-e-preso-apos-confronto-com-direita-anti-imigracao.shtml )Sabemos bem o que gente como vocês querem: a CENSURA. Seu “movimento internacional” – curiosamente bancado pelo mesmo financiador da campanha de Hillary Clinton e de ONGs esquerdistas no Brasil – foi criado exclusivamente para combater o livre fluxo de informações que mais e mais liberta as pessoas do establishment político e midiático que lhes sustenta. Portanto, vão brincar de truco na casa do caralho – e de preferência sem dinheiro público, como tanto gosta o “Conselheiro Sakamoto” e sua ONG “Repórter Brasil”.Em consideração a aos princípios que regem a pública, estamos enviando em anexo material para apreciação dos “checadores”

Como se não bastasse essa resposta avassaladora, o MBL enviou também a imagem abaixo: 


Está tudo certo nessa resposta. O MBL desrespeitou total e absolutamente os censores, mostrando que não teme; o movimento também demonstrou audácia e bom humor na resposta, o que transmite segurança. Além disso, o mais importante de tudo é que o grupo deixou claro que não reconhece a agência de censura como uma entidade legítima para averiguar o que quer que seja.

Este é o tipo de diálogo que se deve ter com desgraçados dessa estirpe. Não é para dar explicações a eles, muito menos justificativas. Nós não lhes devemos nenhum tipo de satisfação, eles é que nos devem e muito. É desta forma que se trata inimigos. Você pisa em cima e depois limpa os sapatos no meio fio como quem acabou de pisar em cocô de cachorro.

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