Header Ads

O caso Clara Averbuck e os motivos que temos para nunca acreditar

Existe uma coisa comum entre direitistas, tanto liberais como conservadores, que é a facilidade com a qual ambos caem em todo tipo de chantagens emocionais. A bola da vez é o relato da ativista Clara Averbuck, militante feminista e autora de livros que até então quase ninguém conhecia.

Clara relatou em seu Facebook que, ao viajar de Uber, ela teria sido abusada - estuprada inclusive - pelo motorista, que se aproveitou do fato de ela estar embriagada para lhe tirar vantagens indevidas. Entretanto, a acusadora não tem qualquer tipo de evidência que sustente a acusação e, de quebra, se recusou a registrar BO ou mesmo procurar a polícia. Em vez disso ela decidiu procurar o UOL para lacrar online.

Diante de tais fatos, direitistas ficam confusos, porque lá no fundo sentem que o relato da garota pode ser mentiroso, mas não têm coragem de admitir isso publicamente porque temem parecer muito insensíveis. Pois aqui trago a solução...


O primeiro passo diante disso é aceitar o seguinte pressuposto: Todo esquerdista está mentindo a priori.

Sim, é isso mesmo. Um esquerdista está, de modo geral, mentindo. Não importa o que ele esteja dizendo, você primeiro deve tratá-lo como mentiroso e só pode considerar o que ele disser como algo verídico a partir de evidências incontestáveis. Esta é a primeira regra. Ou seja, você precisa ser absolutamente intransigente e criterioso com algo dito por alguém de esquerda, deve cobrar desta pessoa um número de provas maior do que cobraria de alguém normal e ainda deve ser paranoico ao ponto de suspeitar da legitimidade das provas.

O segundo passo, portanto, é que você tem o dever de desconfiar de qualquer relato que case perfeitamente com uma narrativa defendida por grupos de interesse. Com isso quero dizer que se alguém chega e conta uma historinha condizente com uma narrativa política, um relato que sirva para sustentar alguma plataforma eleitoreira ou mesmo uma conversa qualquer que sustente um discurso ideológico, trate como provável mentira.

A realidade dificilmente é tão condizente com discursos políticos. Na maior parte das vezes são os discursos que precisam se adaptar a uma determinada realidade. Se por acaso surge uma estorinha qualquer que por mera coincidência se encaixe perfeitamente em uma cartilha, as chances de que tal estorinha seja falsa sobem vertiginosamente.

Terceiro e último passo é que você precisa levar em conta, sempre e sem exceção, a pessoa por trás do discurso. Clara Averbuck é uma militante feminista não tão conhecida que está escrevendo livros que ninguém quer ler. Será que não viria bem a calhar chamar atenção com uma acusação falsa de estupro?

Perceba, ainda, que não estou afirmando que ela mentiu. Afirmo apenas que ela pode estar mentindo e que, partindo dos pressupostos aqui apresentados, mantenho-me em posição de dar o benefício da dúvida ao motorista e obviamente não a ela, uma vez que por ser militante de esquerda ela é naturalmente uma mentirosa.

O fato é que a direita precisa parar de cair em chantagem emocional barata. O discurso esquerdista é baseado na trapaça, no logro. É necessário ter um pouco de maturidade para lidar com casos assim, e desconfiar das palavras de uma feminista é não apenas maduro como totalmente coerente.
'; (function() { var dsq = document.createElement('script'); dsq.type = 'text/javascript'; dsq.async = true; dsq.src = '//' + disqus_shortname + '.disqus.com/embed.js'; (document.getElementsByTagName('head')[0] || document.getElementsByTagName('body')[0]).appendChild(dsq); })();
Tecnologia do Blogger.